domingo, 22 de março de 2009

O PRINCIPIO DA IMPESSOALIDADE DESRESPEITADO!

O site da prefeitura municipal de São Benedito desconhece o princípio da impessoalidade, pelo menos na nossa ótica. No portal do município há promoção pessoal da Sra Auxiliadora Silva, atual secretária de Educação, dando destaque ao aniversário da mesma. Caso este site esteja sendo custeado com dinheiro público, estaremos diante de um caso de improbidade administrativa, pois a administraçao municipal deve ser pautada pelo principio da impessoalidade, dentre outros. Eis a nota: Aniversariou ontem, dia 12 de março, a Secretária de Educação do município de São Benedito, Auxiliadora Silva. Foi preparada uma homenagem pelos funcionários da referida Secretaria além de professores e diretoras da rede pública de ensino para comemorar o natalício. A Secretária disse estar muito emocionada com a homenagem prestada à sua pessoa, pois mostra que o ambiente de trabalho na área de educação do nosso município está dentro da mais perfeita harmonia o que lhe incentiva a se empenhar cada vez mais nas metas e objetivos que terá a frente da pasta de Educação Municipal. Parabéns!. Afora estas irregularidades, destacamos que o site só veicula notas de interesse de grupos, vejam os exemplos da Associação Desportiva São Benedito, quando o time perde não é dado nenhum destaque. É O NOVO TEMPO EM AÇÃO!

quarta-feira, 18 de março de 2009

MAIS UMA!

Coisas da Política :: Villas-Bôas Corrêa
DEU NO JORNAL DO BRASIL

Na temporada de escândalos estimulada pela antecipação da campanha eleitoral por iniciativa do presidente Lula com o lançamento da candidatura da ministra Dilma Rousseff sem consulta ao desprezado Partido dos Trabalhadores, o pequeno município de São Benedito, a 300 km de Fortaleza, credencia-se à conquista da taça da corrupção. Não pelo volume de dinheiro, mas pela singularidade da trapaça: a compra de votos com dinheiro falso.

Da modéstia de mais uma trampa na série que enriquece uma longa coleção de roubos no cofre da Viúva, o caso do município cearense distingue-se pela criatividade dos autores. E certamente que a curiosidade pelo desfecho da proeza merece ser acompanhada pela mídia. A Polícia Federal informa que os inquéritos instaurados estão andando no passo tardo da burocracia. A perícia nas cédulas anexadas ao processo será realizada pela Polícia Federal, com a ajuda do Banco Central.

Num requinte de cuidado, o Ministério Público Federal deverá ouvir os eleitores que aparecem em um vídeo gravado pela oposição e que acusam correligionários do prefeito Júnior Brandão, do impoluto PMDB, de propor a barganha do voto por R$ 100 e R$ 200. E, para fecho do primeiro capítulo da novela da corrupção em dose dupla, o detalhe esclarecedor: o caso só foi descoberto porque os vendedores de voto por notas falsas, na urgência do dinheiro falso caído do céu, desandaram a gastar a fortuna em compras na feira da cidade. O olho treinado dos feirantes desconfiou daquelas notas de tosco acabamento.

A aparente irrelevância de uma malsucedida compra de votos, mesmo com o ineditismo da dose dupla do dinheiro falso, ganha relevo no preocupante cenário nacional, com evidentes sinais de que, no governo e na oposição, o controle vai escapando das lideranças. E, nos dois lados, as iniciativas no clima de salve-se quem puder estão sendo articuladas no segundo escalão.

O otimismo do presidente Lula, arranhado pela sucessão de palpites equivocados para tentar esconder os rombos que a crise na economia mundial abriram na frágil improvisação da equipe econômica, já não têm a mesma credibilidade dos bons tempos de ontem.

Nem as medidas de emergência, como o corte na taxa básica de juros de 1,5 ponto, para 1,25% ao ano, promovido pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), contentaram os empresários e trabalhadores, que reclamam a timidez do governo.

Mas é na área política que os reflexos da crise não apenas agravam os embaraços crônicos, com destaque para a sucessão de escândalos que encurralam o Congresso no beco sem saída das desculpas esfarrapadas. Em cada canto, uma nova denúncia. No Senado, o pagamento de R$ 6,2 milhões de horas extras aos servidores dos gabinetes durante o período de férias de janeiro detonou uma série de reuniões para encontrar a saída sem prejuízo de um centavo para ninguém.

No movimento que se apresenta como de Anticorrupção, criado no Senado, a preocupação mais urgente busca fórmulas para o financiamento das campanhas, com tendência para o financiamento público, que é uma faca de dois gumes afiados. A campanha eleitoral precipitada pelo presidente Lula para carimbar o lançamento da candidatura da ministra Dilma Rousseff deve entrar num compasso de espera. Não é provável que as viagens semanais a pretexto de fiscalizar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam interrompidas. Mas uma meia trava já foi anunciada com a agenda de compromissos internacionais do presidente para os próximos meses. E, com o presidente ausente, a ministra-candidata não correrá o risco de uma decepção.

Na oposição, a mesma toada da hesitação na surda luta de bastidores dos governadores José Serra, de São Paulo, e o mineiro Aécio Neves pela cabeça da chapa. Sobra tempo para os tucanos optarem por uma das saídas clássicas, da Convenção do partido à prévia que tanto incomoda o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em um mês, o panorama mudou. A crise na economia do mundo é uma dor de cabeça que lateja com o medo do que está a caminho. O governo e a oposição têm uma viga podre na escora da crise moral e ética que respinga nos três poderes, mas inunda como chuva torrencial o mais desmoralizado Congresso, desde o fim da ditadura militar.
Postado por Gilvan às 09:54
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segunda-feira, 16 de março de 2009

UM CABRA MACHO DE SÃO BENEDITO!

JORNAL O POVO EDIÇAO DE 14 DE MARÇO DE 2009



NO BRASIL EM QUE A IMPUNIDADE BALANÇA


Dois governadores tiveram o mandato cassado em 2009. Nos últimos 15 anos, um presidente da República, cinco senadores perderam os mandatos. Entre 2004 e 2008, cerca de 250 prefeitos foram mandados embora. Seria o início do fim da impunidade?

Erivaldo Carvalho
da Redação
14 Mar 2009 - 17h36min


Nos próximos dias, chegará à mesa do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Felix Fisher, mais um recurso de um processo que já tem quase 60 páginas. A decisão do magistrado ajudará a definir com quem ficará o mandato de governador de um dos mais importantes estados brasileiros: Santa Catarina. Acusado de abuso de poder político e econômico, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) não será o primeiro nem o último chefe de Executivo Estadual a sentar no banco dos réus. Em 2009, já foram cassados Cássio Cunha Lima (PSDB), da Paraíba, e Jackson Lago (PDT), do Maranhão. A diferença entre uma degola e outra foi de apenas 15 dias. Outros cinco colegas deles, sem contar o catarinense, estão à espera de julgamento.

Mais do que fazer o poder trocar de mãos, a pauta do TSE dos últimos meses é uma clara demonstração de que está em curso uma silenciosa e lenta revolução no mundo político brasileiro. Muito do que acontece no meio ainda pode ser associado a roubalheira, corrupção e negociatas, como disse, no mês passado, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Mas a movimentação na cúpula da Justiça Eleitoral, em Brasília, dá sinais de que a sociedade está diante de uma importante mudança no País. Não pelo descrédito, que sempre perseguiu a classe política. Mas pelos figurões que estão na berlinda - antes intocáveis - e que agora estão sendo convidados a se retirar.

A maturidade da democracia no Brasil e a fortaleza de suas instituições já apeou do poder um presidente da República, no início dos anos 90 do século passado. Isso até poderia minimizar o fenômeno atual. Mas não ofusca. Com outros contornos, e sem a voz rouca das ruas, chama a atenção, agora, o volume de casos, em todos os níveis de poder, de políticos que não conseguem tirar o mandato de ponta-a-ponta. Atolados em denúncias e sob forte pressão da opinião pública, são arrancados das cadeiras ou renunciam antes, para não serem alcançados pelas garras da lei.

Do ano 2000 para cá, cinco dos 27 senadores da República abreviaram o tempo do mandato, de oito anos. O primeiro foi Luís Estêvão (PMDB-DF). Diretamente envolvido com o juiz Nicolau dos Santos Neto no esquema de desvio de verbas das obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), ele teve o mandato ceifado. Estêvão foi o primeiro e um dos dois senadores cassados até agora na história da República. O outro foi João Capiberibe (PSB-AP), por compra de votos.

Para preservar os direitos políticos e tentar voltar à vida pública nas eleições seguintes, outros três senadores fugiram do julgamento, preferindo a renúncia: Jader Barbalho (PMDB-PA), por denúncia de enriquecimento ilícito. Já José Roberto Arruda (PMDB-DF) e Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA) envolveram-se no escândalo da quebra de sigilo do painel do Senado.

Na Câmara dos Deputados, entre os vários casos, há alguns emblemáticos, como a cassação de José Dirceu (PT-SP) e Roberto Jefferson (PTB-RJ), e a renúncia de Valdemar da Costa Neto (então PL, hoje PR). O trio foi apontado como envolvido no chamado esquema do mensalão no Congresso Nacional. Nas Assembleias Legislativas não é diferente. Em praticamente todos os Estados - inclusive no Ceará, com Sérgio Benevides -, houve casos de cassação de parlamentares.

Prefeitos
Nos municípios, as consequências da corrupção sobre o próprio corrupto também tem mostrado-se devastador. Dados da Justiça Eleitoral mostram que, no mandato passado (2005-2008), cerca de 250 prefeitos, de 5.562 em todo o Brasil, perderam o mandato. Isso equivalente, em números percentuais, a 135% da quantidade de municípios existentes no Estado do Ceará (184). Uma comparação feita pela Confederação Nacional de Prefeitos (CNM) aponta um aumento de 16,7% de cassações de chefes de gestões locais, entre o penúltimo mandato (2001-2004) e o último.

O Ceará colaborou com o resultado final em seis episódios: Beberibe, Granjeiro, Chaval, Mulungu, Canindé e Pacajus. A exemplo dos parlamentares e governadores, os prefeitos cearenses foram cassados por abuso de poder econômico e compra de votos, à época das campanhas eleitorais, ou por irregularidades administrativas, durante o mandato.

Somando-se todos os casos - os de maior repercussão ou os quase anônimos - é seguro afirmar que nos últimos 15 anos, cassou-se mais político no Brasil do que em toda o resto da história do País. O que estaria por trás dessa notável transformação? O POVO foi atrás das múltiplas respostas. Sobre o assunto, conversou com estudiosos do tema, representantes classistas e membros do Ministério Público e da Justiça Eleitoral. As pistas para essas explicações, você confere nas próximas páginas.

domingo, 15 de março de 2009

MAIS DINHEIRO FALSO

PMDB no Ceará compra votos com dinheiro falso
O surpreendente diretório municipal cearense de São Benedito, supera em ousadia, criatividade a legenda nacional, que pensava já ter inventado tudo
Foto:Wikipedia

São Benedito da Ibiapaba, 43 mil habitantes, 35.275 eleitores
Fontes: Jornal do Brasil, O Povo

Depois que o PT cearense lançou nacionalmente os dólares verdadeiros na cueca, o PMDB do Ceará nos ensina como um real falso pode gerar um voto legítimo. Um primor de invenção, digno de encher de orgulho e inveja mesmo os mais processados do partido.

Observe-se que tecnicamente o candidato não poderia ser acusado por abuso do poder economico, pois o eleitor não ganhou nada, só passou um mico, coisa que eleitor brasileiro já está, por demais, acostumado.

Tudo aconteceu na pequenina e simpática São Benedito, a 360 km de Fortaleza: um vídeo, enviado numa representação da oposição ao Ministério Publico eleitoral, mostra eleitores sambeneditenses afirmando terem recebido dinheiro durante a última campanha eleitoral, para sufragarem o atual prefeito, Junior Brandão (PMDB), o que já seria crime. Mas o mais interessante da questão é que na hora de usar o dinheiro, os eleitores descobriram que as notas de R$ 10 e R$100 eram falsas.

A Polícia Federal do Ceará abriu inquérito e diz que vai pedir ao Banco Central para realizar perícia nas cédulas anexadas ao processo pelo Ministério Público Eleitoral e ouvir os eleitores que aparecem em um vídeo. Mas os feirantes e bodegueiros de São Benedito viraram especialistas em reconhecer dinheiro da campanha de Junior Brandão e não aceitavam as cédulas, de cores berrantes, muito mais bonitas que o dinheiro verdadeiro, nem pela metade do valor.

A PF diz estar investigando o “uso de moeda falsa, para a prática de captação ilegal de sufrágio,” um crime pomposo e assustador mas apostamos que ninguém será punido.
Foto: Arquivo Camara Municipal de São Benedito

DIA DA POSSE: Prefeito de São Benedito , Tomaz Brandão Júnior, jovem e talentosa revelação do PMDB cearense, na foto com a Secretaria de finanças do município, dona Daniela Brandão, coincidentemente, sua esposa.
Vai ser muito difícil ligar o atual mandatário municipal ao dinheiro falso, os eleitores do vídeo acabarão sendo incentivados a negar o dito, com uso de moeda legítima, as cédulas falsas foram apresentadas pela oposição, que teria que provar quem foi o distribuidor e o fabricante do dinheiro peemedebista.

Por enquanto os únicos criminosos são os eleitores que tentaram comprar ou compraram com as moedas falsas.

O atual prefeito, Tomaz Brandão Júnior (PMDB), já empossado e poderoso, dá mostras incontestável de ser um peemedebista autencito: até já nomeou sua mãe, dona Simone Brandão, como chefe de gabinete, a sua esposa Daniela Brandão, para responder pela secretária das Finanças e o primo, Hudson Brandão, como procurador-geral do município, será sem sombra de dúvidas, dentro em breve, convidado a ocupar argo importante na executiva nacional do partido.
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The passira news

E O AZULÃO JÁ ERA!

Corria o ano de 2005, em Janeiro, alguns aficionados por futebol em nossa cidade, sob o comando deste amigo de vocês e do José Mardônio fundaram a Associação Desportiva São Benedito, daí por diante cognominada "O Azulão da Serra". Poucos acreditavam que uma equipe desta viesse a obter fama no cenário desportivo alencarino. Pois bem, o Azulão foi campeão da Terceira Divisão Cearense no mesmo ano e nos anos subsequentes fez um papel brilhante, sempre ocupando uma posição intermediaria, fato que fez surgir a apaixonada torcida Comando Azul, que é a principal e a mais fanática. No ano passado, mesmo com o período eleitoral, a equipe fez boas apresentações, honrando as cores do clube. Neste ano, sob o comando financeiro da Prefeitura Municipal estamos assistindo à débácle total do único representante da Ibiapaba nas categorias profissionais do pebol cabeça-chata. Comando financeiro, porque a diretoria não tem condições prá tocar sozinha o barco. Acreditamos nós que, como prefeito e vice, demos a nossa colaboração ao esporte profissional e também ao amador. Mas, no comício do Chora o candidato da família Brandão bradou alto que colocaria esta equipe na Primeira Divisão. Do jeito que vai, estamos regredindo, ou seja, vamos cair para a Terceira Divisão. Tiradentes 2x1 Sao Benedito; São Benedito 1x0 Limoeiro; São Benedito 2x2 Trairiense; Uniclinic 5x1 São Benedito (a maior goleada da história do clube); São Benedito 0x2 Crato; São Benedito 0x3 Guarani de Juazeiro e hoje Maracanã 4x2 São Benedito. Se o prefeito não se conscientizar que tem de investir em atletas de qualidade estaremos, evidentemente, na pior temporada do nosso querido clube. O amadorismo no futebol profissional tem suas consequencias nefastas. Só espero que eles não endividem nossa agremiação.

quinta-feira, 12 de março de 2009

EDUCAÇAO NOTA ZERO!

Troca-troca de secretário já no início da gestão...que é que é isso minha gente! Falta de merenda escolar na maior parte das escolas; perseguiçao a professores; professores recebendo com atraso; contrataçao de professores sem qualificaçao para lecionar nas primeiras séries do ensino fundamental. Pois bem, tudo isso está acontecendo nesta administraçao da família Brandão, sob os olhares complacentes do Ministério Público e da bancada da situaçao na Camara Municipal. Olha só o que aconteceu: uma criança excepcional, filha de um agente de saúde do Corguinho, teve o olho perfurado por outro coleguinha de classe, e o que é pior, ferimento produzido por um estilete. Agora vem a pergunta: onde estava a Diretora e o professor que nao evitaram esta tragédia. Resultado o município vai ser acionado judicialmente para pagamento de indenização e onde está o prefeito que nao manda abrir uma sindicancia e futuro inquérito administrativo para punir os responsáveis, ou melhor os "irresponsáveis". Fica aqui a nossa indignação.

SAÚDE EM PRIMEIRO LUGAR!

O prefeito da famíla Brandão diz no site da prefeitura municipal de Sao Benedito que a saúde é prioritária. Até agora o que vemos é o total "desmonte" da saúde em nosso município. No Hospital Municipal nao há plantao permanente de obstetras, fato que induz o atendimento na hora do parto por auxiliares e técnicos de enfermagem que nào têm habilitacão para executar estes procedimentos: o médico não pode ao mesmo tempo estar em sala de parto e no atendimento de emergencia clínica. Afora estas irregularidades, constata-se a presença de médicos em sala de parto não afeitos à prática de oobstetrícia. No sábado passado, 07 de março, a sra. Sandra Maria Gonçalves Lima, residente na Cidade Alta, deu a luz um menino que teve lesao no braço na hora do parto, tendo este que ser transferido para Sobral. Este é apenas um dos fatos, mas outra senhora de nome Luana, residente na travessa Fco Cavalcante, com sangramento transvaginal abundante, foi medicada sem que o médico a tenha atendido, isto dentro do hospital. As ambulancias não param; a resolutividade é baixa; o centro cirúrgico está fechado e o descontentamento da população é grande.

No PSF os maiores absurdos: postos de saúde sem médicos, como o Inhuçu e o Barreiro; alimentaçao para funcionários sendo feita nos próprios postos de saúde; unidade movel de saúde parada; falta de dentistas e outros profissionais de saúde, enfim uma total desantenção a o setor primário da saúde que deveria ser prioritário, afinal de contas os recursos federais são bem generosos. Agora, um aviso, a persistir esta irresponsabilidade com o setor saúde, não vai faltar quem denuncie este estado de coisa. Lembem-se do que aconteceu com o pai do Rômulo, o Isaac Gurgel e a Daniele enfermeira que foram condenados a devolver o dinheiro público da saúde mal aplicado em 2003. Ah! a Simone também foi condenada a devolver dinheiro para o município de Sao Benedito.